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ENGENHARIA DE ALIMENTOS

1. Objetivo Geral do Curso

Formar profissionais cidadãos habilitados em Engenharia de Alimentos com capacidade de desempenhar as atividades de engenharia aplicadas à industrialização de alimentos e bebidas, atuando com visão e ação ética, humanística, empreendedora e comprometida com o desenvolvimento tecnológico da região e do país, considerando os aspectos econômicos, sociais e ambientais.

2. Objetivo específico do Curso

• Formar engenheiros capazes de exercer as atividades de produção e controle de qualidade de alimentos e bebidas a partir de conhecimentos científicos e tecnológicos sólidos;

• Estimular o desenvolvimento das habilidades e competências para a solução de problemas e desenvolvimento de novos processos e produtos;

• Promover o espírito empreendedor no estudante de engenharia buscando o desenvolvimento do setor de alimentos da região;

• Promover a integração entre o ensino, a extensão e a pesquisa através da iniciação científica, como aporte de conhecimento e tecnologia ao desenvolvimento sustentável;

• Estimular a formação continuada de estudantes e egressos com diferentes formações;

• Desenvolver competências interpessoais a fim de formar profissionais capazes de atuar em equipes multiprofissionais.


3. Perfil do Egresso

Profissional com formação generalista, científico-tecnológica e humanística, capaz de atuar de forma crítica e reflexiva como Engenheiro no processamento de alimentos em todos os seus níveis, desde a caracterização e controle da matéria-prima até o controle de qualidade e comercialização do produto final. Com habilidades para o desenvolvimento e otimização de produtos e processos, projetos de equipamentos e projetos industriais, empreendedor e proativo, com visão crítica, interdisciplinar e sistêmica, considerando os aspectos políticos, econômicos, sociais e ambientais, a partir da ética e do comprometimento com a qualidade de vida.

4. Competências

a) desenvolver e aplicar conhecimentos científicos, tecnológicos e humanísticos, nas atividades da engenharia de alimentos, sendo empreendedor e proativo;

b) identificar, formular e resolver problemas inerentes às atividades de projeto, operação e gerenciamento de sistemas de produção de bens e/ou serviços;

c) planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia primando pela segurança dos trabalhadores;

d) comunicar eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;

e) participar e/ou coordenar equipes de trabalho, com visão humanística, crítica, interdisciplinar e sistêmica;

f)gerenciar sistemas de garantia da qualidade de produtos e serviços;

g) buscar a formação profissional continuada, considerando novos conhecimentos e tecnologias assim como novas instrumentações;

h) pautar suas ações pela ética e responsabilidade profissional e social;

i) avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental;

j) avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia.

5. Fundamentação didático pedagógica

O planejamento, a organização e a aplicação das ações didático-pedagógicas do curso de Engenharia de Alimentos seguem o princípio educacional da FAHOR que prima pelo desenvolvimento de suas atividades de ensino, pesquisa e extensão, num contexto globalizado, com tecnologias avançadas e competitivas, onde significativos conceitos teóricos e tecnológicos constituem-se como aporte para a qualificação profissional de seus egressos, a formação continuada e a busca de alternativas que promovam o desenvolvimento sustentável.

O Curso de Engenharia de Alimentos propõe o desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem a partir do princípio metodológico que tem por base os quatro pilares do conhecimento, propostos em 1996 pela Comissão Internacional sobre Educação, que são: aprender a conhecer; aprender a fazer; aprender a conviver; aprender a ser.

6. Organização curricular

Na organização curricular, bem como, na seleção dos conteúdos programáticos foram considerados as Diretrizes Curriculares Nacionais, o perfil esperado do egresso, as demandas do mercado profissional específico de cada área, as necessidades regionais como o empreendedorismo e a competitividade e a necessidade de inovar com a proposição de novos conceitos e tecnologias.

6.1 Estrutura Curricular

Clique aqui para visualizar a Estrutura Curricular

 

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