X

NOTÍCIA

Coordenador de curso da FAHOR acompanha novidades do Ensino Superior em evento nacional

Publicada em: 29/05/2018 | Assessoria de Comunicação FAHOR

O professor e coordenador do curso de Engenharia de Produção da FAHOR, Sirnei Kach, participou nos dias 23, 24 e 25 de maio, do 23º Encontro Nacional de Coordenadores de Curso de Engenharia de Produção. Neste ano, a temática apesentou “Mudanças de concepção: como inovar ensino e pesquisa em Engenharia de Produção”.

A abertura do evento contou com a palestra do Diretor da Associação Brasileira de  Educação em Engenharia (Abenge), Dr. Vanderli Fava e do coordenador de avaliação da Capes, Edgar Nobuo Namyia. Ambos trouxeram informações sobre as ações do CONFEA (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia), no sentido de alinhar diretrizes sobre as novas metodologias de ensino que serão fundamentais na inovação e prática de ensino.

Nos dias 24 e 25 de maio continuaram debates e discussões sobre CREA, ABEPRO Jovem, mercado, inovação nos cursos e nas Instituições, perfil dos estudantes e perspectivas futuras do Ensino Superior, frente à velocidade das mudanças, ensino EAD, custos da educação, políticas de governos, entre outros.

Para o coordenador do Curso de Engenharia de Produção da FAHOR foram importantes discussões sobre a inovação no Ensino Superior, que exige adequações urgentes em todos os sentidos, como a flexibilidade de currículos para maior adequação e em menor tempo de manutenção de um único currículo, análise e discussão sobre a nova resolução do CONFEA, desenvolvimento da ABEPRO Jovem regional e suas representações, além de novas tecnologias e metodologias para consulta de artigos e material didático para formação.

“O mais positivo foi o trabalho de análise das resoluções do CREA/CONFEA e a observação do cenário nacional de todas as Instituições, oportunidades e mudanças que já estão ocorrendo e, como isso gera resultados e impactos no Ensino Superior, tanto de instituições particulares como de federais. Pode ser observado que há uma busca pela renovação e inovação em metodologias, mas nem todas conseguiram implementar esses processos”, comentou Sirnei.