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Mesmo durante o período de recesso acadêmico, o campus da FAHOR segue vivo, cultivando silenciosamente valores que fazem parte da sua essência. Entre parreiras carregadas, árvores frutíferas e hortas cuidadas diariamente, a Instituição colhe mais do que alimentos: colhe resultados de um projeto construído com planejamento, respeito à natureza e compromisso com o futuro.

A história desse espaço começa em 2003, com a implantação do campus Arnoldo Schneider, inaugurado oficialmente em 2006. Estruturado em uma área de aproximadamente 32 hectares, o campus abriga prédios de salas de aula e laboratórios, setores administrativos, biblioteca, ambientes de convivência e apoio, além de amplas áreas verdes que integram ensino, bem-estar e sustentabilidade.

É nesse cenário que, todos os anos, a “safra” se renova. As parreiras, cuidadas com atenção por colaboradores da Instituição, já anunciam o início da colheita da uva. Segundo seu Avelino, um dos responsáveis pelo manejo das plantas, toda a produção é realizada de forma natural, livre de agrotóxicos. Os frutos colhidos são destinados ao consumo dos próprios colaboradores, reforçando o caráter comunitário e educativo da iniciativa, sem qualquer finalidade econômica.

Além das uvas, o campus também abriga bergamota, laranja, butiá, lima, manga, melancia e melão, além do cultivo de tomates e outras verduras. Cada árvore e cada canteiro reforçam, na prática, o compromisso da FAHOR com a sustentabilidade, a educação ambiental e o desenvolvimento regional.

Esse cuidado com o ambiente se soma a outras iniciativas já consolidadas no campus, como a área de lazer, a trilha ecológica, o parque de máquinas agrícolas e os laboratórios. Recentemente, esse conjunto ganhou um novo elemento: o Meliponário de Abelhas Sem Ferrão, que amplia o potencial educativo, ambiental e até turístico da Instituição, integrando-se aos espaços de aprendizagem e convivência.

Para o diretor da FAHOR, Sedelmo Desbessel, ações como essa refletem um esforço coletivo que ultrapassa o cotidiano acadêmico. “É um espaço construído com dedicação, cuidado e profundo compromisso com a natureza e com as futuras gerações”, destaca.

 

Assim, mesmo quando as salas de aula estão em pausa, o campus da FAHOR segue produzindo, ensinando e dando frutos — reafirmando que educação também se cultiva com tempo, cuidado e raízes bem firmes no território.

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